10 dicas sobre planejamento que as mulheres empreendedoras devem saber

O planejamento é uma das ferramentas mais valiosas que podemos utilizar para permanecermos fortes na vida. Como anda o seu?

A cultura do planejar, organizar e pensar a longo prazo, apesar de disseminada no mundo corporativo, muitas vezes não está enraizada em nós. Você já deve ter ouvido muitas vezes pessoas expressando, muitas vezes com sentimento de frustração, a seguinte expressão: “Como me arrependo de não ter planejado mais”, ou “porque não planejei melhor”.

Para as mulheres empreendedoras, o planejamento é ainda mais relevante, pois as necessidades e as atribuições são densas e intensas.

Desde que o mundo é mundo, a vida das mulheres sempre teve jornadas múltiplas. Mesmo com o passar do tempo, diante de um contexto totalmente diferente, essa ainda é a realidade da maioria delas. Para lidar da melhor forma com todas essas tarefas, é necessário um planejamento minucioso, metódico e acima de tudo realista.

Por isso é importante pesquisar, aprender e colocar em prática, dicas e métodos para planejar e poder fazer muito sucesso no ramo empresarial, ou seja, na vida.

Com atenção e dedicação, preparamos 10 dicas para mulheres, mães, esposas, parceiras e empreendedoras. Leve-as para a sua vida!

1.     Trace metas

Um dos passos mais importantes para ter sucesso, seja em qualquer setor, é saber traçar boas metas.

Quando falamos em traçar boas metas, nos referimos a fazer um planejamento estratégico dos seus verdadeiros objetivos.

Traçar metas não é simplesmente determinar aonde se quer chegar, mas especificar os resultados desejados. Saber exatamente o resultado dará mais consistência ao processo. O percurso que deve ser seguido depende diretamente da clareza das suas metas. E não só isso, é importante também ter metas alcançáveis a longo, médio e curto prazo.

Uma das falhas que mais frustram mulheres empreendedoras é quando determinam metas inalcançáveis, não por serem impossíveis, mas simplesmente por não terem um tempo cabível. Por isso, trace metas possíveis de serem realizadas e estude muito as variáveis para que possa determinar prazos plausíveis de serem cumpridos.

2.   Tenha tudo anotado

Esse é um dos pilares das dicas de organização, pois é com os seus registros que você será uma mulher realmente organizada e capacitada para atuar no mundo empresarial.

Hoje existem vários recursos para que essas anotações sejam feitas, há aplicativos e sites que oferecem recursos incríveis para ter tudo sobre controle. Entender como e onde tudo vai acontecer mostra que é uma pessoa com senso prático e qualificada para o seu “cargo” (chamemos assim) de mulher empreendedora.

Para conhecer 10 aplicativos úteis para o dia-a-dia da empreendedora, acesse https://mulheresempreendedorasdotnet.wordpress.com/2017/01/14/dez-aplicativos-que-vao-te-ajudar-a-ter-sucesso-em-2017/

 3.   Separe suas despesas pessoais

O planejamento financeiro para uma mulher que gerencia o seu negócio precisa ser rigorosamente orientado. Há algumas condições que merecem atenção e controle rigoroso, como por exemplo:

  • Jamais misturar as contas pessoais e profissionais: evite pensar que suas despesas devem ser pagas com o caixa da empresa;
  • Saiba que sua empresa agora é um organismo e que tem seu próprio funcionamento, rende seus próprios lucros e precisa do seu capital;
  • O mais recomendado é que estipule um valor de remuneração para você se manter e arcar com suas despesas.

Mas eu me tornei uma mulher empreendedora para ter salário? Sim, a única diferença é que quem paga é a sua empresa.

Claro que quanto mais sua empresa render mais você vai ganhar, mas isso não significa que poderá gastar o que quiser, você deve sempre permanecer planejando, fazendo reservas e investindo na própria empresa ou mesmo em outros segmentos.

4.   O fluxo de caixa é a chave do sucesso

Tenha total atenção ao seu fluxo de caixa, ele é garantia do sucesso da sua empresa.

Veja bem, quando falamos em planejamento estratégico é imprescindível que você tenha absoluto controle sobre tudo o que acontece, principalmente as entradas e saídas financeiras. Inclusive a visão da gestão financeira deve ser acompanhada de relatórios detalhados com previsões para o melhor prazo possível, pois assim você terá autonomia para decisões também a longo prazo.

5.    Não seja orgulhosa

Embora possa parecer um simples conselho, ele é muito mais que isso! É extremamente necessário que você saiba identificar o momento de pedir ajuda, e não importa para o que, seja um problema rotineiro operacional, ou mesmo financeiro.

A velha história do “prevenir é melhor que remediar” é recomendada quando gerenciamos um negócio próprio. Existe um amplo mercado de profissionais competentes e órgãos de auxílio para os empreendedores em geral. Você não pode desconsiderar as informações e consultorias desses(as) especialistas.

Além disso, a Internet tem ótimos blogs, como esse aqui, que oferecem dicas de organização para que o seu negócio prospere, e sua vida também é claro!

Você quer ter sucesso? Quer continuar a crescer? Abra sua mente e aceite o conhecimento dos outros, isso é ser sábia e prudente!

6.   Supere seus medos

E o que superar os medos tem a ver com planejamento? TUDO!

“Se tiver medo no momento de planejar, seus planos serão rasos, pouco desafiadores e muito previsíveis. ”

Ao superar suas inseguranças como uma mulher empreendedora, novas ideias surgem e o medo não trava sua criatividade e capacidade para planejar.  Criar um planejamento é muito mais do que organizar metas, é imaginar aonde sua empresa pode chegar, mas com planos concretos e que possam se sustentar ao longo da jornada.

7.    Defina suas estratégias

Você se lembra da dica de traçar metas? Depois de traçá-las é importante saber como vai executar cada uma delas.

Escolha um tipo de estratégia seja de ação, atração, o que for, mas que seja específico para o seu objetivo com a meta. Muitas vezes, mais importante do que ter a meta definida é saber como chegará a ela. E também saber escolher os talentos certos para guiar cada processo de execução.

8. Gaste com disciplina

 

Você acredita que o futuro lhe pertence, ou que tem outro dono?

Realmente você merece todos os benefícios que o dinheiro pode comprar, mas para quem deseja uma vida planejada, poupar é essencial. Por isso, economize para que sua riqueza financeira se perpetue e assim possa prover tranquilidade para o seu futuro, e daqueles que dependem de você.

9. Invista em você

 

Ser uma mulher empreendedora também exige evolução, e em todos os níveis, principalmente para desempenhar cada vez melhor o seu papel. Não importa se o seu negócio é pequeno, ou mesmo que sua meta não seja dominar grandes mercados, é preciso acompanhar as tendências e isso inclui se aperfeiçoar.

10.Faça um mapa de todos os seus objetivos

 

Um pouco mais complexo que o planejamento financeiro, o planejamento da vida, exige o entendimento e a compreensão de onde deverá focar suas energias.

Mas, não existe futuro promissor onde a vida pessoal e a vida profissional não andem em sintonia. As mulheres empreendedoras têm as várias nuances da vida simultaneamente em um único contexto: são mães, namoradas, noivas, cozinheiras, donas de casa, etc., situação determinante quando o assunto é planejamento.

Por isso, não esqueça que tudo o que pensar para si deve estar dentro da sua realidade. Agir com coerência, planejando e conquistando no âmbito profissional é também levar a vida com mais sutileza, menos ansiedade e preocupações, e vice-versa. Quem planeja enxerga o futuro com os olhos da alma, pois se sente capaz e forte para prosseguir.

Viu só como é importante receber dicas de organização?

Coloque suas ideias em prática, mas com planejamento e faça parte do grupo de sucesso que mais cresce no Brasil e no mundo: as mulheres empreendedoras!

 

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O poder da mulher empreendedora

Dia 19 de novembro é um dia para celebrar. Com o intuito de promover o empoderamento feminino e de inspirar todos(as) que se dedicam a buscar condições melhores de vida e de trabalho e de vida para mulheres, a ONU lançou em 2014 o dia mundial do Empreendedorismo Feminino.

É sabido que o empreendorismo exige união em várias esferas pessoais, como criatividade, perspicácia e coragem. Mas, para uma mulher também existe a necessidade constante de provar que é capaz, que sabe o que deseja e onde quer chegar.

Para você ter uma ideia, atualmente, os negócios pertencentes (administrados) por mulheres, representam cerca de 30% das empresas dos EUA, sendo que 36%, impreterivelmente são lideradas por mulheres. Esses números crescem constantemente, e em todos os setores empresariais, tanto na área industrial como na prestação de serviços.

Mas ainda assim, os desafios maiores estão à frente!

Apesar de as mulheres empreendedoras estarem ganhando terreno em campos historicamente dominados pelos homens, ainda existem alguns onde estão menos propensas a possuírem negócios. As empresas de alta tecnologia e as de direitos de propriedade intelectual são ambientes desse tipo.

Ser uma mulher empresária é saber conciliar a vida nos vários âmbitos, e além disso é ter que também lutar para obter aprovação para financiamentos, por exemplo.

O lado positivo de todo o “contexto mulher empreendedora” é que os números, as receitas e as patentes continuam a aumentar, projetando e enraizando o poder feminino como agente econômico e social.

Mulheres empreendedoras – Veja como as mulheres estão mudando a face dos negócios

Em relação ao empreendedorismo, o Brasil comporta 31,1% de mulheres que empreendem.

Isso equivale a mais de 7,3 milhões de pessoas do sexo feminino que seguem com foco para gerenciar um negócio próprio.

Quem são essas mulheres?

No último levantamento do SEBRAE, identificou-se também que as mulheres jovens, mas de 40%, é que estão assumindo o perfil de empreendedora. A idade média foi de 34 anos, sendo que a maioria tem menos que isso. Fato que se traduz no forte crescimento da mulher empreendedora.

Já em relação ao mercado de trabalho, de forma geral:

No Brasil, existem 16% de mulheres em cargos de CEO. O patamar brasileiro está acima da média mundial, que é de 12% de mulheres ocupando cargos de presidência.

Entretanto, esse cenário ainda pode melhorar muito em busca da igualdade de condições, já que a mulher ganha cerca de 76% do salário dos homens. Nos cargos de gerência e direção, essa proporção vai para 68%.

Quanto mais alto o cargo e a escolaridade, maior é a desigualdade de gênero, ainda que as estatísticas mostrem que, na média da população, a escolaridade feminina é maior. A mulher tem oito anos de estudo, e o homem, 7,6 anos.

Outro ponto positivo é o crescente número de mulheres que buscam os cursos técnicos para se capacitarem, demonstrando que não existe mais limites para que mulheres se profissionalizem em áreas como automação, programação, setor têxtil, entre outras.

Marcos que promoveram mudanças para aumentar o número de mulheres empreendedoras

 Nas duas últimas décadas, o número de empresas de propriedade feminina aumentou 74%, mas, antes de olhar para a frente, vamos voltar um pouco no tempo e acompanhar essas mudanças:

  • Década de 1970 e 1980(período de recessão): a desaceleração econômica significava que mulheres na área corporativa eram, muitas vezes, as primeiras a serem demitidas de seus empregos. Então, muitas delas usaram seus conhecimentos para abrirem seus próprios negócios;
  • Década de 1990: a exposição aos computadores e a crescente popularidade da Internet deram um impulso muito necessário às mulheres nas empresas. Isso lhes permitiu ampliar a presença no mundo dos negócios e mostrar suas habilidades usando um fluxo mais amplo;
  • Década de 2000 (grande recessão): mulheres empresárias que sofreram a recessão de 2008 sobreviveram ao controlar e reduzir os custos das empresas. Usando a tecnologia para atrair novos negócios, eles aumentaram sua presença nas redes sociais em até 52%.

Mas como é o perfil da mulher atual, ou melhor, da mulher dos últimos 5 anos? Que projeção o “sexo frágil” assume no setor econômico do Brasil e do mundo?

As notícias são de fato animadoras, pois as mulheres estão à frente dos homens quando o assunto é criação de novos negócios. Além disso, atualmente, uma mulher empreendedora é mais propensa do que um empresário do sexo masculino a:

  • Ser pró-ativa no gerenciamento de suas habilidades: uma mulher é mais propensa a ler blogs relacionados a empresas, manter associações profissionais, seguir os contatos da empresa em mídias sociais, participar de aulas ou treinamentos pessoalmente;
  • Trabalhar de forma independente: é mais provável que se identifiquem como únicas proprietárias da empresa, em vez de terem sócios;
  • Alcançar um nível mais alto de educação: são mais propensas a se formarem em pós-graduação;
  • Manter o equilíbrio familiar: é mais provável que se sintam satisfeitas com a quantidade de tempo gasto com a família.

As empresárias do milênio estão interferindo nas empresas, criando produtos inovadores e, finalmente, mudando o mundo.

As mulheres empreendedoras conquista o seu espaço

Tornar-se uma mulher empreendedora exige muito esforço e dedicação, para:

  • Provar competências;
  • Conciliar todas as áreas da vida;
  • Conquistar espaço;
  • Saber lidar de igual para igual em situações desafiadoras;
  • Permancecer aprendendo, buscando qualificação.

No passado, as mulheres sentiram que tinham que incorporar características masculinas para serem bem-sucedidas, de certa forma “fazer adormecer o lado feminino para decisões”. Apesar de o aumento da quantidade de mulheres empresárias, de a diferença de gênero no empreendedorismo ainda ser ampla, hoje já se reconhece que os atributos femininos também são importantes e até mesmo ideais dentro da grande maioria dos contextos empresariais.

Muitos desafios para as mulheres empreendedoras

Uma questão subjacente e que impede as mulheres de serem ainda mais impactantes é a dificuldade em encontrar financiamentos.

As empresas pertencentes a mulheres recebem apenas 7% do capital de investimento em capital de risco, o que é altamente desproporcional em relação ao seu papel na economia. Além disso, as taxas de aprovação de empréstimos para mulheres empresárias são de 15 a 20% menos do que para homens. Claramente, algo não está certo.

O acesso ao capital é crucial para a trajetória de crescimento de qualquer pequena empresa. Com tantas mulheres empreendedoras que são capazes e dignas de confiança neste mundo, é vital para a sociedade como um todo garantir que elas tenham as mesmas chances que os homens têm.

É evidente que é necessário fazer um maior impulso para quebrar essas e muitas outras barreiras. Investidores, credores e outras empresas financeiras precisam de uma maior educação sobre o potencial das mulheres no mundo dos negócios. Precisam na verdade, se render às tendências mundiais, onde mulheres tomam a frente de negócios multimilionários ou mesmo com extremo poder.

Os números não mentem!

É claro que os investidores precisam de uma maior conscientização sobre como a discriminação impede oportunidades de progresso, não só para os outros, mas também para si mesmos.

Afinal, a mulher é a maioria, e essa maioria unida é que fará a diferença!

Para saber mais sobre o assunto, leia:

http://www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2016/03/numero-de-mulheres-empreendedoras-cresce-16-em-dez-anos/.

http://www.bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/cd949ce3599faa1e095bea15e2ac8ba5/$File/5861.pdf.

http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2017/03/empreendedorismo-feminino-cresce-34-em-14-anos.

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Vamos conversar sobre estilo pessoal? _ Especialista explica como esse conceito pode mudar sua vida

Plights-2551274_1920or Carol Benemann

Oi, gurias! Super feliz de estar aqui com vocês!

Vamos refletir juntas sobre temas ligados a ‘Estilo Pessoal’ e ‘Vestir’. Na verdade, vamos além disso, sabe por quê? Porque Estilo Pessoal está muito mais ligado a ‘se conhecer’ do que ao ‘que se veste’. O mais importante na forma de vestir não é a roupa, mas a pessoa que está por trás da roupa. E é essa vertente em que acredito e aplico no meu trabalho como Consultora de Estilo: o autoconhecimento. Cada pessoa é única e a sua essência se reflete em tudo que faz e em todos momentos do seu dia-a-dia.

“Tem mais a ver com o pé do que com o sapato”, afirma Ilana Berenholc, referência em Consultoria de Imagem no Brasil.

De bem com o Espelho

Acredito que três fatores fundamentais constituem o Estilo Pessoal: se conhecer, se aceitar e traduzir na imagem, através das roupas, quem realmente se é.

Para isso, temos de olhar para dentro de nós. Um olhar com carinho, sem julgamentos, cheio de respeito e amor. Entender quem somos, quais são nossos gostos, que bagagem levamos das experiências vividas, como vemos tudo que acontece à nossa volta e como é esse ‘nosso’ mundo particular.

Então, convido você a parar um pouquinho e a pensar em si mesma, o foco agora é somente você. O que você gosta? O que deixa teu riso solto? Como é o seu dia-a-dia? O que realmente importa pra você? Quais sensações você quer ter na vida? Agora, reflita sobre suas respostas. Nesse momento, você está se conhecendo e, quando a gente se conhece, tem mais clareza sobre as nossas preferências e nossos valores. Respeite sua essência e, assim, se permita ser e agir da maneira que é natural para você, que te faz sentir bem consigo mesma.

Autoestima, trabalhe sempre a sua

A autoestima é o julgamento que fazemos de nós mesmas, o valor que nos atribuímos.

A tão cobiçada ‘alta autoestima’ deve deixar de ser almejada e se tornar parte real na sua vida. Mas isso só é possível através do autoconhecimento e da autoaceitação. Quando acreditamos em nós, geramos a sensação única de autoconfiança, do ‘eu posso’.

O melhor de tudo é que a autoestima pode ser desenvolvida. Sempre é tempo de explorarmos e encontrarmos o que nos faz sentir bem com a gente mesma.

Sofremos influência externa, claro, pois interagimos com tudo à nossa volta, o tempo todo. Mas a nossa percepção interna é o que realmente importa. Tudo muda, evolui e melhora quando confiamos na gente e conseguimos colocar pra fora quem somos.

Comunicação não verbal, ela chega antes

Esse processo de interação com tudo à nossa volta começa antes mesmo de falarmos uma só palavra. A nossa imagem chega antes de nos comunicarmos verbalmente. Dessa forma, o outro (mesmo que inconsciente), nesses poucos segundos, já interpretou nossos trejeitos e aparência, tirou suas conclusões e fez seu julgamento. Criou uma imagem a nosso respeito, a famosa primeira impressão.

Viu como estamos sempre nos comunicando? Refletir na nossa imagem o que queremos comunicar pro mundo se dá de forma mais fiel a nós mesmas quando nos apropriamos da nossa própria imagem. Quando tomamos as rédeas e saímos do piloto automático. Então, passamos a ter consciência de como queremos ser percebidas e interpretadas.

E o Estilo Pessoal nisso tudo? O Estilo Pessoal é isso tudo!

O Estilo é algo que é só nosso, que nos representa, porque tem coerência com nosso interior, com nossas preferências, vivências, valores e com nossas demandas. É autoconhecimento traduzido na nossa vida, inclusive, no que vestimos.

“Conheça primeiro quem você é, depois adorne-se de acordo”(Epictetus, filósofo grego).

Agora, ficou mais claro entender toda minha abordagem sobre autoconhecimento, né?Estilo, como citei antes, tem mais relação com quem somos do que com o que vestimos.

É tão bom e libertador quando a gente se apropria da gente mesma, do que nos faz sentir bem e refletimos isso na nossa imagem, conscientemente, em forma de roupas. Saber quem se é e como se vive faz toda diferença no processo de escolher o que vestir, para ter como retorno, digamos, um ‘aval’ da gente mesma, deixando pra trás aquela típica sensação de ‘não tenho nada para vestir’.

Nos vestimos para nós mesmas, pra nos sentirmos bem conosco. Sabe aquele friozinho bom na barriga, aquele sorriso que salta do seu rosto, aquela tranqüilidade de espírito? Pensou em várias situações em que essas sensações podem acontecer? É isso, exatamente isso, que você tem de sentir também quanto ao que veste. Veio de dentro!

O Estilo é dinâmico, como nós somos. Ele acompanha o nosso amadurecimento e as fases da nossa vida. É um exercício diário e para sempre! Coisa boa, né?… porque não somos estáticas: a vida anda, e nós acompanhamos esse caminho evoluindo, olhando pra frente, nos adaptando às circunstâncias. Acompanhadas sempre daquela vozinha interior só nossa, a nossa essência.

Isso nos leva a escolhas na vida mais coerentes com a gente, você mais segura para as escolhas quanto ao que vai constituir sua imagem. O que gera menos frustrações, menos agonia no vestir e assim mais amor próprio. A gente passa a se influenciar menos pelos outros, inclusive no vestir. Podemos nos inspirar, claro, mas traduzimos a inspiração para a nossa vida.

Passamos a consumir, também, com mais consciência, pois sabemos as nossas preferências. Dessa forma, teremos um guarda-roupa coerente com quem somos. Se você se enxerga em todas as peças que tem, as usa sem restrições, seu guarda-roupa fica mais versátil, ele vira seu aliado.

Então, gurias, mantra pra vida: devemos e merecemos nos sentir bem com a gente mesma. Aí o que adorna (o que vestimos) essa vida é conseqüência, uma deliciosa consequência 😉

O que a extinção das espécies tem a nos ensinar sobre empreendedorismo? ou O dinossauro, o alce irlandês e o empresário com 50 anos de experiência

Outro dia vi na TV um comentarista dizer que estamos vivendo no Brasil a pior crise econômica em décadas. Para confirmar sua teoria, contava que viu um grande empresário (com 50 anos de experiência) dizer que estava sendo obrigado a fazer cortes profundos em seu negócio, e uma das causas era o fato de a Internet estar “engolindo” as lojas físicas do segmento em que atua. Depois daquele momento, eu fiquei boa parte do dia pensando naquilo: ora… se um “peixe grande” está em crise, todos estamos. Será mesmo? Não quero ser mal interpretada: não estou negando a crise. Mas, por outro lado, tenho acompanhado vários casos (não são um ou dois) de pessoas que estão faturando alto apesar da crise. E isso me fez lembrar da extinção dos dinossauros.
Entre as teorias que explicam a morte dos dinossauros, duas se destacam. Uma delas afirma que foi a colisão de um asteroide com a terra que dizimou não só essa espécie, mas todos os vegetais e animais. A outra afirma que alterações climáticas anteriores ao evento do asteroide já tinham exterminado com eles. Independentemente de qual esteja certa, ambas concordam no sentido de que foi um evento externo que causou a extinção. Em palavras bem simplistas, os dinossauros “foram pegos de surpresa” por uma cenário novo.
Você já deve estar prevendo as relações que vou fazer nesse texto. Sim! Assim como os dinossauros “não imaginavam” que um evento sobre o qual não tinham nenhum controle acabaria com eles, também os profissionais das mais diversas áreas (não só os empresários) estão sendo surpreendidos e muitos deles “engolidos”. Há portanto, uma massa de profissionais que (sinto dizer isso!) caminha para a extinção! Já é possível encontrar na Internet previsões de especialistas projetando o fim de algumas profissões em menos de dez anos. E não é só a venda online a causadora disso tudo. As “novas condições climáticas” são bem mais complexas: são as redes sociais, o compartilhamento de informação em tempo real, a praticidade do uso de dispositivos móveis… é o avanço da tecnologia na sociedade da informação e, como consequência, uma série de mudanças no comportamento do cliente.
Mas podemos mesmo dizer que a tecnologia é a vilã? Podemos mesmo dizer que se não fosse tanta novidade estaria tudo bem? Olha.. até poderíamos, mas seria insensato afirmar isso, afinal de uma forma ou de outra todos nós nos beneficiamos, e também porque de nada adiantaria culpar A ou B. Assim como o asteroide ou as mudanças climáticas, as mudanças que a tecnologia provoca em escala global estão aí para ficar. Não podemos negá-las ou impedi-las. Então, já que o problema não é a tecnologia, qual é o problema?
A meu ver, um dos problemas (veja bem, a situação é complexa) está na visão de mundo que herdamos das gerações passadas. Nossos avós e pais foram educados em um mundo em que as mudanças aconteciam de maneira muito mais lenta. Então uma pessoa arranjava um emprego, ou decidia se dedicar a determinada atividade/empresa, e passava a vida inteira fazendo a mesma coisa do mesmo jeito. Não é raro encontrarmos pessoas hoje idosas que resistem a mudanças e, para isso, usam o argumento “mas a vida toda funcionou assim, por que agora vai ter que mudar?”. Seu raciocínio está baseado na maneira como foram educadas e na maneira como levaram boa parte da vida. E as gerações mais jovens, de uma forma mais branda talvez, herdaram esse ponto de vista.
Assim, vemos pessoas hoje que pensam que, ao abrir uma loja, uma clínica, um restaurante, um escritório ou consultório, fazendo as mesmas coisas a vida inteira, terão sucesso garantido. Nada mais “jurássico” do que esse pensamento.
Uma pesquisa recente, realizada pela Endeavor Brasil (https://endeavor.org.br/) em parceria com o Ibope Inteligência, detectou que o déficit de conhecimento entre empresários brasileiros é uma questão a ser encarada com urgência (http://www.guiadografico.com.br/artigos/empresario-tambem-precisa-de-qualificacao). O que acontece, em muitos casos (para não dizer a maioria), é que os empresários preocupam-se em oferecer capacitações para seus colaboradores, mas não têm esse mesmo cuidado em relação a si mesmos, o que tem implicação direta e decisiva nos rumos que seus negócios irão tomar. Sem pensar em ampliar seus conhecimentos, em se atualizar, em se reciclar, torna-se cada vez mais difícil acompanhar as novas tendências não só do mercado, mas do mundo.
E são tantas as áreas envolvidas na gestão e que hoje requerem atenção especial: da visão de negócios à liderança, do relacionamento às finanças, e enfatizando principalmente comportamento do consumidor e posicionamento nas mídias sociais. Todas essas novidades encontram-se disponíveis em livros, em grupos de discussão e apoio, em eventos e em cursos, muitas vezes a um ou dois cliques de distância.
O que não se deve fazer (eu diria não se pode fazer) é ignorar todas as mudanças que estão acontecendo, sob pena de estar em extinção.
irish elk
Um bom exemplo disso, ainda fazendo analogia com espécies em relação à teoria evolutiva, é o alce irlandês. Era um animal grandioso, muito bem adaptado ao seu habitat, que viveu na Europa, norte da Ásia e da África na idade do gelo, e que migrou para a Irlanda no final das últimas fases glaciais.  Media 2,1 metros na altura dos ombros, e sua galhada chegou a medir 3,5 metros de uma ponta à outra. O que aconteceu com esse animal é que sua galhada, que tinha função primordial nos rituais de luta pela atenção da fêmea, foi crescendo demais com o passar do tempo. Quando as últimas fases glaciais chegaram, as dificuldades de locomoção tornaram-se imensas: curvado pelo peso da galhada, preso entre árvores, atolado em lagoas. O que o dizimou? Ele mesmo! Uma estrutura corporal que antes era extremamente útil, e que ajudou a promover toda a sua glória, diante de um novo cenário climático, foi responsável pelo seu extermínio.
Assim é o mundo dos negócios: uma experiência de sucesso de mais de 50 anos pode ser justamente o fator de derrocada diante de novos contextos, e de nada adianta ficar de braços cruzados lamentando. A mudança acontece sem pedir licença, não importa se você quer ou não, se você concorda ou não.  Esteja atenta! Busque conhecimento!

4 desafios que vão ajudar você a poupar em 2017

O início de um novo ano traz consigo muita vontade de fazer a diferença. Nas nossas listas de resoluções de final de ano, não raro constam ações como: “emagrecer 10kg”, “trocar de emprego”, “morar sozinha”, “economizar para comprar uma casa”, “viajar para tal lugar”. No fundo, nossas listas são carregadas de anseios de mudanças de hábitos que estamos carregando desde muito tempo, pois sabemos que precisamos nos livrar deles. Sendo assim, nada mais oportuno que um ano novinho, cheio de expectativas e possibilidades para que possamos nos encorajar a assumir novos compromissos com nós mesmas, que sabemos que podem impactar nossas vidas de modo grandioso. Na semana passada escrevi um post sobre elaboração de plano de negócios (clique aqui para acessar), que sugiro que você leia caso esteja na sua listinha algum item relacionado a trabalhar de forma autônoma, abrir um negócio ou trocar de profissão. Precisamos nos preparar para os objetivos que almejamos para 2017, certo?

No post dessa semana, gostaria de abordar um assunto que geralmente faz parte das nossas preocupações diárias (e se não faz, deveria fazer!): o hábito de poupar dinheiro. Esse é um comportamento que geralmente se faz necessário para atingir as metas que colocamos na nossa listinha de resoluções para o ano que se inicia. Quando se trata de economizar, observamos que, para algumas pessoas, isso é um comportamento natural. Elas são ligadas no valor do dinheiro e geralmente avaliam na hora de comprar alguma coisa qual o impacto aquilo terá no seu orçamento, eventualmente deixando de comprar algo quando percebem que pode ter impacto, mesmo que seja em longo prazo. Por outro lado, algumas pessoas têm sérias dificuldades com planejamento financeiro. São influenciadas por necessidades mais imediatas e caem facilmente nas armadilhas de compra por impulso, o que, caso aconteça repetidamente, pode comprometer planos futuros.

Historicamente, sabemos que o brasileiro tem uma cultura de não ter um bom relacionamento com o dinheiro quando o assunto tem a ver com poupar, investir, consumir e tomar crédito.

Os profissionais de marketing e do mercado financeiro também sabem disso, o que nos coloca muitas vezes em situações difíceis! Somado a isso temos expressivos índices de desemprego, salários baixos e produtos da cesta básica de consumo altamente influenciados pela inflação, o que realmente torna o cenário um pouco complicado.

Levando em consideração todos esses fatores, o blog Mulheres Empreendedoras do Sul traz quatro opções práticas, em forma de desafios, que podem lhe ajudar a poupar em 2017. Desafios são exercícios autoaplicáveis que convidam você a mudar hábitos e que vem ganhando espaço no universo online. Na internet é possível achar desafios para emagrecer, fotografar, comer melhor, para comemorar aniversários de namoro, e, porque não, para E-CO-NO-MI-ZAR. Apresentamos hoje aqui quatro desafios para suas finanças pessoais, que mais do que a economia em si ou a concretização de um sonho, vão te ajudar a ter mais disciplina, autocontrole e melhorar sua relação com o dinheiro. Vamos adiante?

1) Pote dos sonhos

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O pote dos sonhos é indicado para iniciantes nas práticas de economizar dinheiro. É bem simples, e pode ser bastante motivador com o passar do tempo. Sugere que você separe um pote (não muito pequeno, seja confiante na sua capacidade!), identifique-o como “pote dos sonhos” (o apelo visual faz milagres no nosso cérebro, podem acreditar!) e periodicamente faça um pequeno sacrifício deixando de comprar algo e “depositando” o dinheiro no pote. Isso vai de coisas bem pequenas, como por exemplo, deixar de comprar uma garrafinha de água mineral quando está na rua se pode carregar sua própria garrafinha consigo ou passar em algum local e tomar água sem custo. Esse valor, ao chegar em casa, deve ser depositado no pote dos sonhos. Estou aqui falando de água mineral para exemplificar o quanto pode ser simples, mas eleve seus níveis! Aplique isso a jantares, roupas, sapatos, ou qualquer outro item que seja o seu “calcanhar de Aquiles” quando se trata de consumo.

O nome “pote dos sonhos” tem a ver com a ideia de separar uma quantia para realizar seus sonhos. Se você já tem algo em vista, como uma viagem, um mobiliário, um evento, identifique-o no rótulo do pote, como, por exemplo: “pote dos sonhos para a viagem de Cancún”. Vale colar imagens, frases, fotos… seja criativa no uso de recursos que podem te motivar a cumprir esse compromisso!

2) Desafio do 1%

O desafio do 1% também é indicado para iniciantes, porém com uma proposta um pouco mais elaborada do que o desafio anterior do pote dos sonhos. Convida você a poupar 1% do seu salário bruto a cada mês, acrescentando 1% a esse montante no mês seguinte. Vejamos o exemplo a seguir, considerando o salário mínimo nacional de R$ 937,00, que passa a valer a partir de 01/01/2017:

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Note que a cada mês a conta do valor a ser economizado é feita em cima do próprio valor bruto, não do valor acumulado. Se você achar que poupar 1% do seu salário bruto é um desafio muito grande para o seu momento financeiro, flexibilize a ideia e poupe 1% do valor líquido do seu salário. Porém não caia na armadilha de ser complacente consigo mesma. Muitas vezes desafiar os seus limites pode trazer ótimos resultados não somente no desafio em si, como na sua forma de pensar e agir em relação à vida.

3) Desafio das 52 semanas

O desafio das 52 semanas também é uma opção bem prática para quem deseja se iniciar nos hábitos de poupar. A proposta é que para cada uma das 52 semanas do ano, um valor seja poupado e essa referência seja progressivamente acrescida.

Acompanhe o exemplo a seguir:

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Note que, em janeiro, os valores semanais serão baixíssimos. Para começarmos agora, na primeira semana de fevereiro, que é a quinta semana do ano, precisamos recuperar as semanas passadas reservando um valor de R$ 15,00. Não é nada impossível; em termos práticos, basta deixar de comer um lanche e já recuperamos o tempo perdido no desafio!

Porém, assim como no desafio do 1%, leve em consideração que quanto mais o final do ano se aproxima, maiores serão os valores investidos semanalmente/mensalmente. A proposta é ir aumentando o nível progressivamente, a fim de que o hábito de poupar também possa ir desafiando sua capacidade. Prepare-se para não abandonar os desafios apenas por falta de organização pessoal, pois isso pode gerar uma frustração na sua capacidade de poupar e uma descrença em repetir a ação no futuro.

4) Desafio “Crie seu próprio FGTS”

Esse desafio tem apelo especial para as empreendedoras que não recebem salário fixo nos termos da CLT. Muitas vezes o sentimento de que é uma desvantagem não ter seu FGTS para os tempos de necessidades futuras está presente nessas empreendedoras. Primeiramente, gostaria de dizer que, na minha opinião, o FGTS só é visto no nosso país como uma grande vantagem por não termos a cultura de poupar. Sendo assim, o governo promove essa poupança forçada, que tem rentabilidade muito baixa (você já parou pra pensar quanto rende o FGTS?), porém, a ideia de “receber” um montante acumulado de dinheiro em algum momento da vida se torna extremamente agradável à maioria dos brasileiros. Se estamos começando a nos inserir em conhecimentos sobre finanças e reconhecemos que a nossa inteligência financeira é diretamente proporcional ao nosso nível de satisfação na vida, devemos ter um pouco mais de cuidado nessas situações aparentemente “lucrativas”, principalmente levando em consideração de onde vem o dinheiro, quanto ele rende e quanto ele custa para você. Enfim, observações à parte, vamos ao desafio.

A ideia é que você reserve mensalmente exatamente a quantia de 8% do seu rendimento base mensal, assim como faria seu empregador caso você tivesse um. É um desafio um pouco mais ousado, requer mais autodisciplina, porém, se você já trabalha sem vínculo empregatício, significa que você já desenvolveu mais habilidades nesse sentido e que podem ser muito valiosas nessa ocasião. Para exemplificar, se você ganha R$ 1.000,00 por mês, deve economizar mensalmente R$ 80,00.

É uma alternativa interessante para quem não consegue se organizar para economizar dinheiro, e pode ser aplicada para outros benefícios da legislação trabalhista brasileira, como, por exemplo, o décimo terceiro salário. Desafie-se também a aumentar essa proporção, criando seu próprio benefício de acordo com sua disciplina e seus objetivos. O resultado pode ser surpreendente!

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Note que a intenção dos desafios é fazer com que você cresça progressivamente no hábito de economizar.

Não encare o dinheiro mensal a ser guardado para o desafio somente como uma conta a ser paga, mas sim como um novo hábito que você está adquirindo, que é de guardar dinheiro para o seu “eu” do futuro.

Uma dúvida que é bastante comum é onde guardar esse dinheiro economizado. Algumas pessoas tem dificuldade com o hábito de ter dinheiro em mãos e não utilizar, e isso pode comprometer o atingimento da meta. O ideal é investir o dinheiro acumulado, porém saiba que a poupança, queridinha dos brasileiros, é uma das piores opções nesse sentido. Estude o assunto, consulte um profissional da área ou mesmo um amigo que entenda de investimentos e verifique outras formas de rentabilizar seu dinheiro guardado.

Caso não seja possível investir, guarde o dinheiro em um cofre chaveado, ou ainda de louça, que seja necessário quebrar para ter acesso ao montante. Deixe a chave com alguém de confiança, caso seu nível de autocontrole não permita conviver com a chave em uma gavetinha que você possa ter acesso. A única ressalva aqui fica para o desafio do pote, pois entende-se que enxergar visualmente o montante acumulado é motivador, uma vez que não há regras de valores previamente estabelecidos.

Sinta-se à vontade para criar novos desafios que façam sentido para você, dentro da sua realidade (e compartilhe conosco no nosso grupo fechado no Facebook! Clique aqui para o link). O importante é ter em mente que esse é um processo interno no qual você vai se conhecer, aprender a se controlar e planejar seu futuro. Ao longo da nossa vida, não é raro que não tenhamos a oportunidade de aprender a economizar dinheiro, o que tem grave consequências futuras (mamães, estejam atentas a esse aspecto em relação a seus filhos!). É possível que muitas pessoas só parem pra pensar nisso quanto a situação já está beirando a gravidade, e muito difícil será começar a agir. Economizar dinheiro é uma lição valiosa para a vida. Vamos juntas?

Nove empreendedoras digitais que vão ensinar você a mudar sua vida

Como e por que empreendedoras digitais de sucesso podem te ensinar a mudar de vida?

Vamos refletir um pouco…

Todo Réveillon é a mesma coisa: “Ano novo, vida nova!”… é o que todos dizem. Dão sete pulinhos nas ondas, comem determinadas comidas com significado específico, usam a cor que promete saúde, prosperidade, amor, etc; além de fazerem uma série de promessas de que a partir daquele momento a vida vai ser diferente. Porém, na prática, qual é a mudança que o ano novo promove? NENHUMA! Dias depois, a maioria das pessoas já quebrou ou até mesmo esqueceu as promessas que fez, e todos os rituais praticados parecem inúteis diante da verdade: se você não muda, tudo continuará como antes.

Você sente vontade de mudar?

Quais mudanças são necessárias em sua vida?

Do que você precisa para fazer a mudança acontecer?

Mudar é difícil. Requer autoconfiança, foco e coragem; e muitas vezes as dificuldades parecem tantas que você acaba achando que deixar tudo como está é muito menos arriscado, muito mais confortável. E assim a vida segue, os dias de insatisfação viram meses, os meses viram anos, e os anos viram décadas.

Com o objetivo de ajudar você a encontrar o seu caminho, a mudar o que precisa ser mudado em seu trabalho e em sua vida, pesquisei e acompanhei durante alguns meses o trabalho de nove empreendedoras digitais. Ainda que cada uma atue em um nicho específico, todas trabalham com o mesmo “material”: o que você precisa fazer para ter a vida que quer?”. Todas elas oferecem cursos, palestras e workshops, além de disponibilizarem grande quantidade de conteúdo gratuito que certamente vão te ensinar lições valiosas para que você alcance uma vida plena.

Todas elas buscaram e buscam o que entendem ser o melhor tipo de vida para cada uma. Todas elas falam com autoridade sobre mudança de vida. Todas elas já passaram pelas dificuldades que provavelmente você também esteja vivendo. Que tal conhecer um pouco mais, aprender e se inspirar com essas empreendedoras digitais?

  1. ALANA TRAUCZYNSKI

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Com formação em turismo e hotelaria, tendo trabalhado com marketing e relações públicas, em dado momento Alana percebeu que não podia continuar em um trabalho que não aproveitava ao máximo seus interesses e habilidades. Desenvolveu, então, o programa “Recalculando a Rota”, que tem foco em pessoas multipotenciais, ou seja, pessoas com múltiplos interesses e que, por isso, são consideradas desfocadas. Alana também é colunista em sites renomados, como o Nowmastê, o Nômades Digitais e o Entre todas as coisas. Para conhecer o trabalho dela, acesse http://recalculandoarota.com.br/ .

  1. ANA TEX

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Ana Tex é empreendedora, palestrante e consultora em marketing digitais. È considerada atualmente a principal autoridade em novas mídias e especialista reconhecida por entender as novas tecnologias e transmiti-las de forma simples, objetiva e descomplicada. Desenvolveu cursos com foco na ampliação da audiência e do faturamento de empreendedores de diversos setores (moda, beleza, fotografia, saúde, etc.), transformando negócios comuns em negócios de alta performance. É autora dos cursos InstaNegócios, VideoTex, PersicoTex e Whatsapp para Negócios, além de disponibilizar grande quantidade de conteúdo gratuito. Para conhecer mais sobre o trabalho dela, acesse http://marketex.com.br/ .

  1. LIZANDRA ZANUTO

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Psicóloga formada na Itália, Lizandra focou sua carreira em um nicho bem específico: é coach de separação e divórcio. Seu trabalho é voltado para mulheres que estão se separando ou que acabaram de passar por esse processo. Através do programa “Separei, e agora?”, ela propõe questões como “Você carrega lixo emocional com você?”, “Como você muda seu estado emocional?”, e “Até quando você vai se permitir viver isso?”. Seu objetivo é transformar vidas e relacionamentos. Para conhecer melhor o trabalho dela, canal no YouTube https://www.youtube.com/channel/UCvRBsUXIRb_LyJQQdXL0QEg .

  1. MELODIA MORENO

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Melodia é psicóloga e atua como coach de mães empreendedoras digitais, ajudando mães que querem ao mesmo tempo ter seu próprio negócio e criar seus filhos. A partir do nascimento de filha, começou a refletir sobre o quanto a maternidade pode mudar a mulher. Então teve a ideia de criar um trabalho em que pudesse ajudar outras mulheres a empreenderem e também terem tempo para educar e curtir seus filhos. Desenvolveu programas como a “Academia de Mães Empreendedoras” e “Born to rock”, além de ter um canal no YouTube, tratando de vários assuntos de interesse para as mães empreendedoras. Para conhecer melhor o trabalho dela, acesse http://www.melodiamoreno.com/ .

  1. PAULA ABREU

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Paula Abreu trabalhava como advogada quando, em 2012, foi demitida. A demissão a fez pensar sobre sua vida, sobre coisas que gostava de fazer a sobre o estilo de vida que gostaria de ter. Ela resolveu então assumir sua paixão pela escrita e pelo desenvolvimento de pessoas. Nos anos seguintes, publicou os livros “Escolha sua vida”, A aventura da adoção” e “Primavera Eterna”. Paula foi a primeira empreendedora digital a fazer um lançamento online no Brasil com faturamento de mais de 7 dígitos em 7 dias, e esse é apenas um dos dados que o sucesso de seu trabalho. Faz palestras, workshops e também programas de acompanhamento voltados para a mulher que quer empreender na vida e nos negócios. Para conhecer melhor o trabalho dela, acesse http://escolhasuavida.com.br/ .

  1. PAULA QUINTÃO

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Paula Quintão fez doutorado em sustentabilidade, é mãe, escritora e empreendedora. É autora dos livros “Para sempre um novo eu” e “Caminhos que as estrelas me viram cruzar”,entre outros. É criadora do portal “Coragem para empreender”, além de proprietária de uma editora que publica livros cujo tema relaciona-se ao desenvolvimento pessoal. Criou a “Escola de Rumos”, programa de acompanhamento que trata de temas como autoconhecimento, empreendedorismo, escrita, mudança de vida e realização. Segundo ela, “criar rumos é ter condições para escolher nossos próprios caminhos e, mais que isso, sermos capazes de criá-los”. Para conhecer melhor o trabalho dela, acesse http://paulaquintao.com.br/ .

  1. RAFAELA CAPPAI

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Rafaela é uma artista: dança, teatro e TV, produção cultural e comunicação eram apenas algumas das áreas em que atuou. Porém, vivia em dificuldade financeira. Então resolveu dar um basta na ideia de que pessoas criativas não conseguem ganhar dinheiro. Para isso, desenvolveu um trabalho que propõe conciliar trabalho significativo e retorno financeiro, valorizando a criatividade. Como ela mesma se intitula, é uma empreendedora criativa, que propõe o uso de ferramentas, estruturas, habilidades e soluções voltadas especialmente para pessoas criativas. Trabalha por um “mundo onde ninguém tenha que abandonar o que gosta porque não dá dinheiro”. Para conhecer melhor o trabalho dela, acesse https://www.espaconave.com.br/ .

  1. RENATA WERNER

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Renata é coach de empreendedoras. Em sua biografia, uma particularidade importante: aos 23 anos, ela teve um AVC (acidente vascular cerebral) que, segundo os médicos, iria lhe deixar com sequelas graves e irreversíveis. Este foi o momento transformador, em que decidiu tomar as rédeas de sua vida e mudar tudo o que fosse necessário viver de maneira plena. A partir de seus estudos, criou o programa Mulher Startup, no qual ajuda mulheres, através de um passo a passo, a superarem seus medos, suas crenças limitantes, suas frustrações e decepções do passado. Sua missão é proporcionar às mulheres ferramentas de autoconhecimento e empoderamento para construir um negócio online que traga significado e reconhecimento. Para conhecer melhor o trabalho dela, acesse http://www.renatawerner.com.br/.

 

  1. SILVIA PAHINS

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Silvia é uma coach de empreendedoras que gosta de levar um estilo de vida nômade. Tendo morado em diversas cidades do Brasil e da Europa, resolveu criar para si um trabalho alinhado ao seu modo de viver. Ela quer ajudar a criar “um mundo em que trabalho e vida não sejam separados em caixinhas, pois tudo é vida!”. Ela defende a criação de uma vida em que haja tempo livre para estar e cuidar de quem se ama, com tempo livre para experiências ricas, profundas e completas. Em seus programas e cursos (tais como “Empreenda sua vida” e “Produtividade em ação”), trata de temas como empreendedorismo, desenvolvimento humano, comunicação, design, marketing, entre outros. Para conhecer melhor o trabalho dela, acesse http://silviapahins.com/ .

Com foco em diferentes nichos, todas essas empreendedoras digitais têm muito a contribuir para que você realize as mudanças que quer em sua vida e, com isso, atinja todo o seu potencial na vida e no trabalho.

E você? Quais mudanças vai fazer? Quais são os seus planos?

Por acreditar que 2017 será um ano de mudanças, preparamos uma série de conteúdos que também vão te ajudar a alcançar seus objetivos. Nos próximos dias, continuaremos falando sobre mudança de vida em diversos aspectos. Aguarde!

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O toque feminino no “prefácio” da Feira do Livro

A Feira do Livro de Pelotas é um dos eventos culturais mais importantes da cidade. Realizado anualmente o evento chega a 44ª edição, sempre com intuito de mobilizar a população da cidade no entorno da Praça Coronel Pedro Osório e proporcionar a pessoas de diferentes idades e classes sociais um maior contato com o livro, novas vivências de leitura, além de atividades culturais diversas.

Por quase um mês, o coração da cidade mergulha nas letras e respira com muita interação artística: seja nas 17 bancas dos livreiros, nas tendas cultural e de autógrafos ou no palco dos shows e na praça de alimentação. Uma estrutura que exige muita determinação e conhecimento de grandes eventos por parte da organização.

POR TRÁS DOS LIVROS, O COMANDO FEMININO

Com um sorriso sutil, um diálogo simpático e percepção apurada para produções culturais, a organizadora de eventos, Théia Bender, leva para a Praça a sexta Feira do Livro sob sua coordenação. Seis anos de planejamento, de novidades e soluções para um momento literário que reúne arte e negócios.

Théia Bender é uma profissional experiente. Sua trajetória passa por importantes experimentos e participações como trabalhos com turismo de eventos – especialmente vinculado à Feira Nacional do Doce – FENADOCE- e com a organização de grandes feiras de imóveis. No entanto, a “Feira do Livro é do meu coração”, considera.

Em 2010, Théia foi convidada pela equipe da produção cultural da Feira para ficar responsável pelo gerenciamento das instalações e de todas as questões ligadas à infraestrutura. No ano seguinte, os livreiros a procuraram para que assumisse a organização do evento. Desde então, ela é responsável por tudo o que acontece antes do início da feira (projeto arquitetônico, elétrico e hidráulico, solicitação de alvarás, montagem dos espaços) além de todos os aspectos que envolvem manutenção da infraestrutura e segurança das bancas e dos livreiros. Para isso, coordena equipes e contrata prestadores de serviços. “Um evento de rua está sujeito a intempéries e a ações de vandalismo. É preciso estar sempre atento. É um trabalho que exige dedicação integral, por isso vivo intensamente a Feira”.

Théia salienta a importância de todos os esforços movidos pela Câmara Pelotense do Livro para a realização do evento. Ainda que a Feira seja alvo de algumas críticas, a organizadora afirma que o evento cumpre seu papel, que é o de trazer o livro para a rua, possibilitando, muitas vezes, o primeiro contato com a leitura. “Na Feira, o livro está extremamente exposto, ele atrai, ele pode conquistar as pessoas. O objetivo é promover a aproximação do livro com o leitor e o não-leitor. Os livreiros identificam isso constantemente, o que é muito  gratificante”.

Sobre o trabalho em equipe, ela destaca a participação da mulher. “Sempre que possível, busco constituir uma equipe feminina para o trabalho na Feira, pois as mulheres em geral têm um perfil de muita dedicação ao trabalho, além de serem muito minuciosas e colaborativas”.

A Feira oferece, ainda, uma praça de alimentação com opções variadas a Tenda Cultural, um espaço para escolas, instituições e ONGs que queiram fazer apresentações de dança, música ou teatro. Além disso, a Feira conta com extensa programação de palestras e oficinas, realizadas em parceria com a Secult, a Bibliotheca Pública e a UFPel.

Sobre experiências marcantes durante a Feira, Théia lembra inúmeros casos de mães e pais que trazem suas crianças, preocupados em mostrar a eles o mundo da literatura e em incentivar o gosto pela leitura. Lembra também de crianças de famílias de baixa renda que, em excursões escolares, trazem algum dinheiro enroladinho nas mãos e, ao saber que vão conseguir comprar um livro, demonstram muita felicidade. “

A Feira do Livro de Pelotas é a segunda mais antiga do estado, existe desde 1960 e é uma iniciativa da Câmara Pelotense do Livro (http://trade.nosis.com/pt/CAMARA-PELOTENSE-DO-LIVRO/3887016/315/p#.WC33mPkrLIU ) com o apoio da Secretaria de Cultura do município (Secult – https://www.facebook.com/SecultPel ) e da Bibliotheca Pública Pelotense (https://www.facebook.com/pages/Bibliotheca-P%C3%BAblica-Pelotense/415932985175775?fref=ts ). Diferentemente de edições passadas, este ano foi toda realizada no mês de novembro (1º a 20). Em 2016, a Feira inovou mais uma vez ao apresentar um patrono personagem: Blau Nunes, narrador da segunda obra de João Simões Lopes Neto, em Contos Gauchescos. Esta é uma homenagem à marca de um século da morte do escritor pelotense , dentro do biênio (2015/2016) simoneano.

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Fotos: César Soares

A equipe do blog Mulheres Empreendedoras do Sul agradece a Théia Bender pela disponibilidade de, em uma época de intensas atividades, disponibilizar em sua agenda um momento para nos contar um pouco sobre sua história. Seu trabalho na Feira certamente contribui para a visibilidade da mulher ocupando posições de destaque no mercado de trabalho e na sociedade.

Para saber mais sobre temas ligados ao empreendedorismo feminino e à participação da mulher no mercado de trabalho, acompanhe nossas mídias sociais:

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Novo cenário político pelotense: a hora e a vez das mulheres

Considerada por muitos como uma cidade de pensamento conservador, Pelotas vive um novo e importante cenário político, fortemente marcado pela presença feminina. Com um total de cinco mulheres – a prefeita eleita em primeiro turno e mais quatro vereadoras –, é a primeira vez que se atinge esse patamar de representatividade. De diferentes partidos e posições ideológicas, elas concordam sobre a importância e a necessidade de promover a visibilidade e a equidade femininas.

O blog Mulheres Empreendedoras do Sul conversou com essas mulheres e apresenta aqui um breve perfil delas que, esperamos, irão mudar o modo de fazer política na cidade. Conheça, então, um pouco mais sobre as eleitas:

PAULA MARCARENHAS: uma votação histórica

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Em seu gabinete, Paula conversa com a equipe do blog Mulheres Empreendedoras do Sul

(Foto: Eduardo Kickhöfel)

A prefeita eleita Paula Mascarenhas (PSDB) conseguiu um feito inédito: foi eleita com 59,8% dos votos válidos. Ela considera que a expressiva votação obtida é o reconhecimento do projeto de governo implantado pelo Prefeito Eduardo Leite, que, por sua vez, trouxe-a a uma posição de protagonismo desde os primeiros dias do atual mandato. “Esse é um projeto encabeçado por um jovem e uma mulher. Como mulher, agora prefeita eleita, quero enfatizar a importância da renovação política na cidade. Pelotas mostrou que a força representativa está na renovação”.

Doutora em Letras e professora da Universidade Federal de Pelotas, Paula afirma que o empreendedorismo feminino faz parte de seu plano de governo. Ela salienta que muitas mulheres já são acompanhadas através de políticas sociais como o projeto Minha Casa, Minha Vida e o atendimento nos CRAS. Através de uma política de microcrédito construída com base em juros muito baixos, o objetivo é fortalecer e empoderar mulheres chefes de família, incentivando-as à formalização de suas atividades.

Leia o plano de governo de Paula Mascarenhas em Continuar lendo

A mulher multi-tarefa: a construção e consolidação de um mito

Você já se pegou fazendo várias coisa ao mesmo tempo? Você já ouviu alguém falar que conseguir dar conta de muitas atividades simultaneamente é uma habilidade essencialmente feminina? Você já disse ou tentou demonstrar que é capaz de fazer muitas coisa juntas?

Tenho conversado com mulheres de diferentes posições sociais, faixas etárias e estilos de vida. Sempre que pergunto sobre isso (tenho me interessado sobre o assunto), a resposta é SIM. Muitas delas respondem com certo orgulho. Sim, conseguem cozinhar e resolver demandas do trabalho sem deixar de estar de olho no filho. Sim, conseguem manter a casa em perfeita ordem, os armários abastecidos, crianças e marido bem cuidados. Sim, conseguem: são boas mães, boas profissionais, boas esposas, mulheres lindas, saradas, bem maquiadas, independentes, fortes e firmes. Elas são as mulheres multi-tarefas! Elas têm a habilidade de balancear de maneira eficiente todos os aspectos da vida: o afetivo, o emocional, o profissional e o prático.

Outras, no entanto, não conseguem ser supermulheres: saem-se bem no trabalho, mas têm a casa toda bagunçada; cuidam da roupa, mas não cozinham; cuidam muito bem dos filhos e do marido, mas não cuidam de si. Estas são mulheres muitas vezes frustradas por não conseguirem desempenhar bem todas as funções e papeis geralmente atribuídos a elas.

Mas o que é ser uma mulher multi-tarefa?

Comumente, “multi-tarefa” é uma palavra que caracteriza quem consegue fazer mais de uma atividade ao mesmo tempo (ex.: falar ao telefone e encaixotar objetos). Culturalmente, essa é uma característica vista como feminina, já que a mulher acumula responsabilidades em relação ao trabalho, à organização da casa, aos cuidados com os filhos e marido, se for o caso. Cientificamente, porém, não há resultados de pesquisa que deem base à mulher multi-tarefa.

Estudos têm mostrado que aquilo que chamamos de multi-tarefa na realidade envolve mudança de foco de atenção. Usando o exemplo anterior, para conseguir falar ao telefone e encaixotar objetos, por alguns momentos, o foco de atenção vai alternando entre as atividades, e isso é o que permite a realização de ambas. Estudos também mostraram que a realização concomitante de mais de uma atividade requer que as mesmas sejam já conhecidas da pessoa, e essa alternância entre tarefas leva a um “delay”, uma perda de tempo, na realização das mesmas, já que para fazer uma coisa, é preciso abdicar momentaneamente de outra.

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, revelaram ainda que pessoas multi-tarefa acabam tendo menor capacidade de selecionar informações relevantes e de prestar atenção, ou seja, têm um pior agenciamento de sua memória.

Leia mais sobre o tema em  Continuar lendo

Coaching Executivo? Life Coaching? Especialista explica características e vantagens desse processo

Por Louise Moscareli

O que é Coaching?

Seja na modalidade Coaching Executivo ou na Life Coaching, este é um processo estratégico destinado a pessoas saudáveis que estão insatisfeitas com os seus resultados atuais ou com a sua qualidade de vida. É um processo que expande a mente e promove uma conexão entre as pessoas e também entre o indivíduo e sua própria identidade. Ele evidencia realidades e soluções não percebidas, transformando, assim, a vida dos coachees, de seus negócios e empresas.

Para que serve o Coaching?

A maioria das pessoas cresce sem que lhe seja facilitado qualquer acesso a si mesmo. Na tentativa e erro, armazenando feedbacks sinceros ou não, vai formando o quadro daquilo que acredita ser sua identidade. Coleciona crenças e herda valores do que sua família ou comunidade acredita ser certo ou errado. Assim, vai se moldando, fazendo escolhas com base em promessas de futuro baseadas em apostas: escolhe a faculdade, o parceiro de vida, e as demais decisões que a vida lhe impõe. Continua a ser formatado na faculdade e, se não tiver sorte de ter dado um tiro certeiro, vai assim até onde mais sua saúde aguentar, porque em algum lugar essa cegueira de não atender às necessidades do próprio eu estoura.

Você tem domínio sobre as suas emoções ou elas dominam você? O autoconhecimento é o primeiro passo para quem quer ter as emoções como aliadas mais oportunas e convenientes.

Tanto o Life Coaching quanto o Coaching Executivo auxiliam o coachee a ter mais segurança em tomadas de decisão, na medida em que descobre o que para ele realmente importa, quais são os seus desejos mais profundos, o que lhe motiva e o que lhe sabota. Com isso, é possível não apenas entender, como também direcionar suas forças rumo ao resultado almejado, com respeito a si mesmo e aos demais.

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